Todos os games da série

Call of Duty

Call of Duty é um videojogo baseado no motor Quake III Arena engine (id Tech 3), lançado em Outubro de 2003. Foi produzido pela Infinity Ward e publicado pela Activision. O jogo simula a infantaria e as forças combinadas daSegunda Guerra Mundial.
Call of Duty: United Offensive
Call of Duty: United Offensive é o pacote de expansão do popular jogo de tiro em primeira pessoa Call of Duty. Foi desenvolvido pela Gray Matter Interactive juntamente com a Pi Studios, e distribuído pela Activision. Foi lançado para o sistema operacional Windows em 14 de setembro de 2004.

Em Call of Duty :United Offensive: Assuma o papel de soldados americanos, britânicos e russos em algumas das mais importantes batalhas da Segunda Guerra Mundial, incluindo a Batalha das Ardenas, a invasão da Sicília e a Batalha de Kursk.

Combata em tanques, jipes, motocicletas e bombardeiros. Trabalhe em conjunto com a sua equipe em cenários com neve e chuva, usando armas, incluindo lança-chamas e metralhadoras com tripé, ou pedindo ataques de artilharia. 13 missões Single Player totalmente novas, abrangendo três campanhas

Call of Duty 2

Call of Duty 2 é a continuação do jogo para computadores Call of Duty (chamada do dever, em inglês), uma série que foi inspirada nas batalhas e vitórias mais marcantes à favor dos aliados durante a Segunda Guerra Mundial.

Em Call of Duty 2, é possível controlar quatro personagens diferentes, sempre contra os nazistas:

Soldado Vasili Koslov (Rússia) - foi o russo que nasceu em Moscow, mais tarde ele se juntou à 13ª Divisão de Rifles da Guarda e em 1941 ele se juntou ao exército russo para defender Stalingrado que estava sobre o poder dos alemães, o que durou até 1943.

Sargento John Davis (Inglaterra);

Comandante de tanques David Welsh (Inglaterra);

Cabo Bill Taylor (EUA).

O jogo conta com um total de 10 missões, todas elas inspiradas em fatos, como a batalha pela cidade africana de El Alamein, a invasão do rochedo francês de Pointe du Hoc, a travessia do Reno rumo à Alemanha, a batalha pela cidade de Caen, e muitas outras missões. Para contribuir com as expectativas do jogo, foram desenvolvidas virtualmente as principais armas utilizadas pelos aliados, tais como o fuzil russo SVT-40, a submetralhadora russa PPSh-42, o fuzil inglês Lee-Enfield, a metralhadora leve Bren, o fuzil automático BAR, a pistola Colt .45, e alguns dos veículos da guerra, como o tanque inglês A15 Crusader Tank, o canhão antiaéreo alemão Flakvierling 38 20mm, os lanchas de desembarque LCVP, o veículo blindado de transporte de infantaria alemão SdKfz 251, etc.

Ótimo jogo, mas exige um PC mais moderninho (leia requisitos mínimos), mas é diversão na certa.

Call of Duty 3

Call of Duty 3 é o terceiro título da série Call of Duty, desenvolvido pela Treyarch, disponível para Xbox 360,PlayStation 2PlayStation 3PlayStation PortableXbox e Nintendo Wii. Assim como os títulos anteriores da série, também ambienta-se na Segunda Guerra Mundial. Entretanto, o jogo é focado num momento específico daSegunda Guerra Mundial, a Operação Cobra, que faz parte da Invasão da Normandia, e não numa série de batalhas como nas duas edições anteriores.
Este é o único jogo da série a não ser lançado para PC.
Nunca num jogo se pôde controlar soldados de tantas nacionalidades diferentes, já que podemos controlar um soldado americano (Recruta Nichols), um soldado Inglês (Sargento James Doyle), um soldado Polaco (Tenente Bohater), e um soldado Canadense (Recruta de 1ª Classe Joe Cole). De maneira igual às séries anteriores, Call of Duty 3 começa com um pequeno tutorial, ensinando os movimentos básicos, como mirar, atirar granadas, agachar e rastejar.
Ao começar a primeira missão (Saint-lo), o jogador entra num caminhão com outros oficiais, quando um soldado atrasado começa a correr atrás do veículo e, neste momento, um pedaço de artilharia explode. O caminhão capota e o nosso soldado Nichols fica no chão e é ajudado pelos companheiros da infantaria, quando um deles é atingido na cabeça.
Depois, Nichols é ajudado a subir em um muro que o separa do inferno da guerra. Ele sobe o muro e começa o jogo.

História Modern Warfare

Call of Duty 4: Modern Warfare

Call of Duty 4: Modern Warfare é um jogo de tiro em primeira pessoa, desenvolvido pela Infinity Ward e publicado pela Activision para Microsoft WindowsPlayStation 3Xbox 360Mac OS X, e Nintendo Wii em 2007. Foi também lançada uma versão portátil para a Nintendo DS. Foi editado na América do NorteAustrália e na Europa em Novembro de 2007 para os consoles caseiros e para Windows. A versão para Mac foi lançada em Setembro de 2008 e a versãoWii editada em Novembro de 2009 com o subtítulo Reflex Edition. É o quarto título da série Call of Duty (excluindopacotes de expansão) e o primeiro da franquia Modern Warfare, seguido depois por uma sequela directa, Call of Duty: Modern Warfare 2. Foi o primeiro jogo da série a ter uma classificação M (Mature) nos Estados Unidos. O jogo rompe com os argumentos anteriores da série sobre a Segunda Grande Guerra e situa-se num cenário actual. Call of Duty 4esteve em produção durante dois anos e usa um motor de jogo propriedade da Infinity Ward. Em Setembro de 2009 foi reeditado no Japão pela Square Enix.
A história decorre em 2011, quando um líder radical executou o presidente de um país não reconhecido no Médio Oriente, e um movimento "Ultranacionalista" inicia uma guerra civil na Rússia. Os conflitos descritos na história, são vistos da perspectiva de um fuzileiro americano e de um soldado do Serviço Aéreo Especial britânico e decorrem em várias localizações, incluindo o Reino Unido, Médio Oriente, Azerbaijão, Rússia e Ucrânia. A secção de multijogador do jogo apresenta vários modos, e contém um sistema de níveis que permite que o jogador vá desbloqueando armas adicionais, acessórios e esquemas de camuflagens enquanto avança.
Aclamado pela crítica, Call of Duty 4: Modern Warfare recebeu uma nota agregada de 94% nos sites GameRankings eMetacritic e é considerado por muitos como o melhor Call of Duty de sempre. Em particular, a jogabilidade, omultijogador e o enredo receberam muitos elogios, enquanto houve críticas que disseram que o jogo falhou ao tentar inovar substancialmente o género first-person shooter (FPS). Recebeu muitos prémios de vários sites especializados, incluindo "Melhor Jogo para Xbox 360", da IGN e "Jogo do Ano" pela GameSpy. Foi o mais vendido em 2007, vendendo cerca de sete milhões de cópias em Janeiro e mais de treze milhões em Maio de 2009. Desde o seu lançamento, Call of Duty 4: Modern Warfare contribuiu para que a série Call of Duty domine actualmente as vendas do género. Muito influente, é normalmente indicado para as listas dos melhores videojogos de sempre, criadas por críticos e publicações; o IGN designou-o o quinto melhor first-person shooter de sempre. Em 2010 foi incluído no livro 1001 VideoJogos que Tem de Jogar Antes de Morrer. Uma versão remasterizada do jogo será editada e lançada para oPlayStation 4Xbox One e PC junto com Call of Duty: Infinite Warfare em 4 de novembro de 2016.
Durante a campanha, o jogador controla seis personagens diferentes na perspectiva de primeira pessoa. Na maior parte do tempo o jogador assume o papel de um agente especial do Serviço Aéreo Especial (SAS), o Sargento John "Soap" MacTavish, começando com o seu recrutamento no 22 Regimento SAS.[5] O Sargento Paul Jackson, deposto no Médio Oriente faz parte da USMC, e o jogador controlará Jackson durante cinco níveis no Acto 1. O Capitão/Tenente John Price (voz de Billy Murray) é um oficial do SAS e é um personagem jogável em duas missões onde a ação decorre no passado em 1996. Yasir Al-Fulani é opresidente de um país não reconhecido do Médio Oriente e é jogável apenas durante a sequência de abertura do jogo antes de ser executado. Durante um nível, o jogador também assume o papel de um operador de uma câmara-termal a bordo de um Lockheed AC-130 e de um agente especial contra-terrorista do SAS que se infiltra num avião sequestrado para salvar um VIP no nível "Mile High Club".[3][5][6]
Existem predominantemente personagens não jogáveis (NPCs) durante a história: o Capitão John Price e o seu ajudante Gaz (voz de Craig Fairbrass), que servem de mentores da equipa de Jackson, liderado pelo Tenente Vasquez (voz de David Sobolov) e do Sargento Griggs (voz de Mark Grigsby, animador daInfinity Ward); Griggs mais tarde acompanha MacTavish na Rússia. O Sargento Kamarov lidera os Russian Loyalists ("Lealistas Russos") que se juntam às forças SAS e USMC. "Nikolai" é um informante russo que ajuda a SAS. O Capitão MacMillan é o mentor de Price e o líder que comanda a missão de tentativa de assassinato, que decorre no passado na cidade abandonada de PripyatUcrânia.[3]
Os antagonistas são: Imran Zakhaev, líder do Partido Ultra-Nacionalista Russo e o principal antagonista do jogo; Khaled Al-Asad, comandante das forças revolucionárias no Médio Oriente e aliado de Zakhaev; e Victor Zakhaev, filho de Imran Zakhaev que é uma figura proeminente dentro do partido Ultra-Nacionalista.

Call of Duty 5: Modern Warfare 2


Call of Duty: Modern Warfare 2 (também conhecido como Modern Warfare 2 ou MW2)[1] é um jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Infinity Ward e distribuído pela Activision para as plataformas Microsoft WindowsPlayStation 3 e Xbox 360.[2] Anunciado oficialmente em 11 de fevereiro de 2009,[3] foi lançado mundialmente em 10 de novembro de 2009.[4]
É o sexto lançamento relacionado à série Call of Duty,[5] sendo uma sequência direta de Call of Duty 4: Modern Warfare, trazendo uma continuação da história desenvolvida em seu predecessor.[3] Foi lançado em conjunção com dois outros jogos da série: Call Of Duty: Modern Warfare: Mobilized, para Nintendo DS,[6] e Call of Duty: Modern Warfare: Reflex, uma versão portátil de Call of Duty 4 adaptada pela Treyarch para o console Wii.[7]
O jogo é situado cinco anos após os eventos em Call of Duty 4. O modo campanha é dividido entre o grupo contra-terrorista multi nacional Task Force 141, que tem a missão de eliminar o ultranacionalista Vladimir Makarov, e uma tropa de Rangers, com a tarefa de defender os Estados Unidos de uma invasão russa. Entre os cenários do jogo estão o Afeganistão, o Rio de Janeiro, a Sibéria e Washington D.C..
Modern Warfare 2 foi aclamado pela crítica especializada, obtendo uma média de 94% de aprovação no Metacritic, com os elogios direcionados principalmente a seu complexo componente multiplayer. Em suas primeiras 24 horas de lançamento, o jogo vendeu aproximadamente 4.1 milhões de cópias ao redor do mundo em um único dia e arrecadando US$ 401 milhões de dólares.[8].
Segundo o Guinness World RecordsModern Warfare 2 teve o lançamento mais bem sucedido de todos os tempos na indústria do entretenimento (até 2013), batendo o recorde de vendas no primeiro dia, pertencente até então aGrand Theft Auto IV.[9]pela Activision.
Call of Duty Modern Warfare conta história num futuro não tão distante onde a Rússia está em guerra civil, uma facção ou partido Ultra-nacionalista visa reconstruir a URSS de novo sobe a liderança de Imran Zakhaev, que segundo ele o atual governo Russo não está atendendo o desejo do povo, então começa um conflito perigoso para paz mundial devido a Rússia possuir armas nucleares, então os governos ocidentais juntam-se para ajudar o governo russo a acabar com ameça ultra-nacionalista, mais ei que surge outro problema, no oriente médio uma nação não identificada no jogo sobre golpe sobe liderança de Khaled Al-Asad que começa um guerra e traz problemas a economia mundial, e EUA ve obrigado a intervir no país, mais que o governos não sabiam que essa golpe era maquinado pelo Ultra-nacionalista para desviar a atenção da guerra na Rússia, acaba que a guerra do oriente médio acaba de forma catastrófica com um explosão nuclear e os governos mundiais acabam descobrindo a ligação de Khaled Al-Asad com Imran Zakhaev e assim a forças internacionais voltam com tudo para Rússia em busca dos dois. Khaled Al-Asad e capturado e morto, logo após o filho de Imran Zakhaev e morto e assim em Imran Zakhaev em acesso de fúria toma um base de silo nucleares em busca de vingança pela morte de seu filho e prepara lançamentos de ogivas em direção a várias cidades do EUA, a forças ocidentais consegue detelo a tempo de uma mega catástrofe ocorra, após o incidente parece que a ameça Ultra-nacionalista acaba, mais... 
Anos depois surge Vladimir Makarov "A sombra de Zakhaev", usa a morte de Zakhaev na campanha de ser o martir para causa nacionalista então consegue reconstruir o partido e mergulha a Rússia em uma nova guerra civil, mais a diferença que Vladimir Makarov e mais violento e psicótico que Zakhaev possui planos e ambições doentios que ameaça a paz mundial, então ele espalha terror e caos para toda Rússia com série de massacres e atentados terrorista, o governos ocidentais criam a Task Force 141 um grupo internacional para acabar com essa ameaça de uma vez por todas.


Call of Duty 6:Modern Warfare 3
Call of Duty: Modern Warfare 3 (abreviado como Call of Duty: MW3CoD: MW3 ou simplesmente MW3) é tal como os seus antecessores, um jogo de ação do género first-person shooter, desenvolvido pela Infinity Ward e pela Sledgehammer Games com a assistência da Raven Software no desenvolvimento.[8] É o oitavo jogo da sérieCall of Duty e o terceiro da saga Modern Warfare sendo uma sequela direta de Call of Duty: Modern Warfare 2. ASledgehammer Games, um dos estúdios da Activision, apontou para um jogo "livre de erros" ("bug free" em inglês) pela primeira vez na série, estabelecendo assim uma meta para as pontuações de crítica do site Metacritic acima de 95%.[9] É também o primeiro jogo da série a ter suporte para jogadores daltónicos.[10]
Modern Warfare 3 foi lançado em 8 de Novembro de 2011 nas plataformas Microsoft WindowsXbox 360,PlayStation 3,[11] e Wii.[6] Também foi lançada no mesmo dia uma versão separada para Nintendo DS desenvolvida pela empresa n-Space com o nome Call of Duty: Modern Warfare 3: Defiance.[5] Na Austrália, a versão Wii foi lançada em 17 Novembro de 2011.[12] No Japão, a Square Enix edita uma versão separada dublada e legendada, assim como com Black Ops. Foi lançada primeiro uma versão com legendas em japonês em 17 de Novembro de 2011. Em 22 de Dezembro de 2011, foi lançada uma versão dublada em japonês.
O título arrecadou globalmente mais de 775 milhões dólares nos primeiros cinco dias após o seu lançamento, superando o recorde de 650 milhões de dólares estabelecidos por Black Ops e os 550 milhões de dólares alcançados por Modern Warfare 2 em 2009.[13] Para ser exato, bateu recordes de bilheteira no teatro, cinema, livros e as vendas registadas de jogos para os cinco dias em todo o mundo em dólares.[14]
Segundo dados da VGChartzModern Warfare 3 vendeu um total de 9,3 milhões de cópias no primeiro dia de vendas, sendo que 6.5 milhões foram vendidas nos EUA e no Reino Unido, rendendo $400 milhões de dólares, tornando-o na altura, no maior lançamento de todos os tempos na indústria do entretenimento, até ser ultrapassado pelo seu sucessor Call of Duty: Black Ops II em 2012.
O jogo vê o retorno da Task Force 141 Capitão John "Soap" MacTavish (dublado por Kevin McKidd), o ex-Capitão da SAS John Price (voz de Billy Murray) e o informante russo Nikolai que estão em fuga depois de matarem o tenente-general do Exército dos EUA, Shepherd. O russo ultranacionalista Vladimir Makarov (dublado por Roman Varshavsky)[34] também regressa como antagonista principal do jogo.[35] Vários novos personagens jogáveis ​​foram adicionados, incluindo Staff Sargento Derek "Frost" Westbrook e Master SGT Sandman (voz de William Fichtner ), um par de agentes da Força Delta em Nova York; Marcus Burns um Sargento na luta Special Air Service, em Londres, e Tenent Yuri, um ex-agente da Spetsnaz e ex-Ultranacionalista e o Sargento Wallcroft (dublado por Craig Fairbrass)[36]de Call of Duty 4 também regressa no jogo.
Novos personagens não jogáveis ​​incluem Truck (Idris Elba) e Grinch (voz de Timothy Olyphant),[34] que fazem parte da equipe de fogo da Força Delta ao lado de Frost e Sandman.[37] Um operatório da Força Delta, chamado Grinch, também foi chamado (voz de Tobey Maguire).

História Black Ops

Call of Duty: World at War


Call of Duty: World at War é um jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Treyarch e lançado pelaActivision para as plataformas PCPlayStation 3Wii e Xbox 360. É geralmente considerado o primeiro jogomainstream da série Call of Duty, retornando à temática da II Guerra Mundial que marcou os primeiros jogos. Foi lançado na América do Norte em 11 de novembro de 2008 e na Europa em 14 de novembro. Uma versão paraWindows Mobile foi lançada pela Glu Mobile e versões com enredos alternativos disponibilizadas para Nintendo DSPlayStation 2. O jogo é baseado em uma versão melhorada do motor de Call of Duty 4 desenvolvido pelatreyarch, com melhorias no áudio e nos efeitos visuais.[1] O enredo da versão original foca-se nas frentes Pacífica e Oriental da II Guerra, envolvendo os Estados Unidos, JapãoUnião Soviética e a Alemanha Nazista. É narrado a partir da perspectiva do soldado J. Miller, do oficial da marinha Locke e do soldado do Exército Vermelho Dimitri Petrenko. O componente multiplayer apresenta vários módulos e um sistema de níveis que permite ao jogador destravar armas adicionais e premiações enquanto avança. O jogo apresenta também o conteúdo digital chamado "map packs", que pode ser adquirido online. Uma novidade na série foi a inclusão do modo cooperativo, que suporta até dois jogadores localmente e quatro online.[1]
O jogo foi o mais vendido de novembro de 2008 nos Estados Unidos, alcançando a marca de 1,41 milhão de cópias. No Reino Unido, vendeu o dobro de cópias de Call of Duty 4 em sua primeira semana de lançamento, tornando-se o terceiro jogo eletrônico mais vendido em termos de tempo.[2] Recebeu diversas críticas positivas, celebrando seu retrato do lado negro e cruel da guerra.
A historia começa com a queda de um meteoro contendo um elemento chamado 115 (Unumpêntio) em um pântano no Japão. Um grupo alemão conhecido como Grupo 935, toma conhecimento desse elemento e recolhe amostras para estudos em laboratório. Depois de vários estudos, é descoberto o potencial de reanimar mortos, além de ser útil para construção de vários aparelhos, como o já conhecido Pack-a-Punch, e também de armas, como a Wunderwaffe DG-2. Dois cientistas do grupo encarregam-se de estudar esse potencial: Dr. Ludvig Maxis (o líder do Grupo 935) e seu assistente, Edward Richtofen. O projeto tinha o objetivo de melhorar o exército alemão durante a Segunda Guerra Mundial, devido ao acordo feito entre Maxis e o Partido Nazista. O Grupo precisava de dinheiro e o Partido Nazista iria auxiliar na economia dele, porém eles teriam que criar armas fortes o suficiente para ganharem a Guerra. Vale ressaltar que o Grupo 935 não é um grupo que quer "prejudicar o mundo", mas sim ajudá-lo criando novas tecnologias que auxiliem a humanidade. O acordo foi feito para que o Grupo continuasse a fazer pesquisas que melhorassem as condições de vida da sociedade.
Porém, Richtofen ficava cada vez mais irritado com Maxis pois ele estava perdendo o foco do projeto, que era o teleporte. Maxis não via progresso, enquanto Richtofen enxergava-o. Além disso, Maxis cancelou a produção da Wunderwaffe DG-2, criada por Richtofen, pois isso iria prejudicar os fundos do Grupo. Isso deixou Richtofen mais irritado ainda com Maxis. E por último, a suspeita de que ele possuísse um caso com a secretária do Grupo, Sophia, somado a atenção excessiva que Maxis dava a sua filha, Samantha Maxis. Um rádio revela que Maxis deu uma cadela prenhe para Samantha, o que resultará em um problema logo depois. Testando o teleporte, Maxis usou como cobaia a cadela de Samantha, Fluffy. Ela foi teleportada de uma sala a outra, mas no processo ela foi zumbificada. Samantha desconfiou do que estava ocorrendo e foi ver pessoalmente. Ela viu a cadela zumbificada e correu em direção a ela. Maxis, apavorado foi atrás dela. Como o teleporte de saída localizava-se em uma sala, Richtofen trancou Maxis e Samantha dentro da sala junto com Fluffy. Em um ato de desespero, Maxis ligou o teleporte e os dois foram teleportados para um local distante. Até esse momento, não se sabe se os dois sobreviveram, mas esse local deu origem a um mal que está por vir...

Call of Duty: Black Ops


Call of Duty: Black Ops é um jogo eletrônico de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Treyarch, publicado pela Activision e lançado mundialmente em 9 de novembro de 2010 para as plataformas Microsoft WindowsXbox 360PlayStation 3Wii e Nintendo DS. Anunciado em 30 de abril de 2010, o jogo é o sétimo capítulo da série Call of Duty, e o primeiro situado durante a Guerra Fria. É o terceiro da série a ser desenvolvido pela Treyarch, sendo uma sequência direta de Call of Duty: World at War.[3]
Nas primeiras 24 horas de lançamento, o jogo vendeu mais de 5,6 milhões de unidades, sendo 4,2 milhões nosEstados Unidos e 1,4 milhão no Reino Unido, batendo o recorde alcançado por seu antecessor, Modern Warfare 2, em aproximadamente 2,3 milhões de cópias.[4][5] A 1 de maio de 2012 foi revelado a sequela Call of Duty: Black Ops II com lançamento para novembro de 2012.
Call of Duty: Black Ops é situado na década de 1960, durante o auge da Guerra Fria. A história é focada nas divisõesSpecial Activities Division (SAD) e Studies and Observations Group (SOG) da CIA, que atuam clandestinamente por trás das linhas inimigas. Suas missões ocorrem em diversas partes do mundo, como CubaLaosVietnã e Montes Urais, naRússia central. A campanha single-player gira em torno de uma arma química experimental Alemã roubada pelos sovieticos durante a segunda guerra mundial denominada "Nova-6".
O jogador controla primariamente Alex Mason, agente das forças especiais da SAD/SOG, e ocasionalmente Jason Hudson, assim como outros personagens. Mason trabalha com frequência com Frank Woods e Joseph Bowman, enquanto Hudson forma equipe com Grigori Weaver, um agente de campo russo. O jogo marca o retorno de Viktor Reznov, personagem chave na campanha soviética de World at War — juntamente com seu protagonista Dimitri Petrenko, que aqui faz uma breve aparição. Black Ops apresenta diversas figuras históricas: Mason encontra John F. KennedyRobert McNamara e Fidel Castro.

Call of Duty: Black Ops II


Call of Duty: Black Ops II (abreviado como Black Ops IIBlack Ops 2 ou BO2) é um videojogo de tiro em primeira pessoa, desenvolvido pela Treyarch e publicado pela Activision (Square Enix no Japão). Black Ops II foi um dos videojogos mais esperados de 2012,[10][11][12] e editado a 13 de novembro de 2011 para Microsoft WindowsPlayStation 3Xbox 360.[6][7][8] Para Wii U foi lançado a 18 de Novembro na América do Norte, 30 de Novembro de 2012 na Europa e 20 de Dezembro de 2012 no Japão.[4][5] É o nono jogo da série Call of Duty e a sequencia de Call of Duty: Black Ops (2010). Um jogo correspondente, Call of Duty: Black Ops: Declassified, foi lançado simultaneamente e em exclusivo para a PlayStation Vita.
Black Ops II decorre entre os anos de 1980 e 2025, durante o final da Primeira Guerra Fria e durante uma futura Segunda Guerra Fria[13][14] e é também o primeiro jogo da série que irá apresentar cenários, armamento e tecnologia futurista. Também pela primeira vez nos jogos Call of DutyBlack Ops II apresenta histórias ramificadas com jogabilidade não-linear, bem como vários finais
Call of Duty: Black Ops II foi no geral bem recebido pela critica. Detém no site Metacritic a pontuação de 83% paraXbox 360, 83% para PlayStation 3, 85% para Wii U e 80% para PC. As análises elogiaram sobretudo a história, o modo Zombies e o multijogador. As criticas foram mais dirigidas à inteligência artificial do modo Strike Force e que apesar de decorrer num ambiente futurista, das histórias ramificadas e da jogabilidade não-linear, não apresenta inovação, ainda assentando muito sobre as bases deixadas por Call of Duty 4.
À meia noite de 13 de Novembro de 2012, Black Ops II foi colocado à venda em mais de 16,000 lojas por todo o mundo, rendendo $500 milhões nas primeiras 24 horas,[15] batendo o recorde de Call of Duty: Modern Warfare 3, tornando-se assim no maior lançamento de sempre na industria do entretenimento,[16][17] até Setembro de 2013, quando a Take-Two anunciou que Grand Theft Auto V tinha rendido $800 milhões no primeiro dia de vendas.[18][19]Segundo a NPD, a 24 de Novembro de 2012 Black Ops II já tinha vendido cerca de 7,5 milhões de cópias nos EUA, tornando-se no jogo que mais vendeu durante esse mês.[20] A sequência, Call of Duty: Black Ops III, foi lançada em novembro de 2015.
A campanha de Black Ops II tem duas histórias que estão interligadas, uma que decorre entre os anos 80 e 90 e a outra que acontece em 2025. O protagonista de Black Ops, Alex Mason regressa como protagonista na sessão da Guerra Fria,onde irá lutar numa guerra de procuração pelos Estados Unidos. Nesta sessão do jogo inclui áreas daAmérica Central e a invasão soviética do Afeganistão. Esta sessão do jogo também contará a história de como o principal antagonista do jogo, Raul Menendez,que se tornou infame.[27] O amigo e colega de Mason, Frank Woods, também regressa (apesar do fato de aparentemente ter sido morto em Black Ops),e irá narrar a história do jogo até à sessão de 2025.
A sessão do jogo que decorre em 2025 tem como protagonista David Mason, filho de Alex Mason.[22] Neste novo cenário, a China e os Estados Unidos estão presos numa guerra fria, depois da China proibir a exportação deelementos de terras-raras na sequência de um ataque cibernético que paralisa a Bolsa de Valores Chinesa.[28] A guerra é agora definida pela robótica, guerra cibernética, veículos não tripulados e outras tecnologias modernas.[27] Tentando tirar vantagem por estar fora, Raul Menendez, agora um narco-terrorista e o líder da "Cordis Die", um movimento populista celebrado como o campeão das vitimas da desigualdade económica, tenta fazer com que as duas nações entrem em guerra incitando conflitos entre estas.[22]
Na seção de 2025, o jogador terá acesso às 'Strike Force missions', que contêm como característica as "permanent death", podendo assim afetar o decurso da história.[22]
Foi indicado que a narrativa paralela de Viktor Reznov e a sua relação com Alex Mason, que começou em World at Ware avançada em Black Ops continua em Black Ops II.

Call of Duty: Black Ops III


Call of Duty: Black Ops III é um jogo eletrônico de tiro produzido pela empresa Treyarch e lançado no dia 6 de novembro de 2015 pela Activision para Microsoft WindowsPlayStation 4 e Xbox One.Tem épicos mapas de zombies por exemplo: Gorod Krovi, Der einsdrache. É o décimo terceiro título Call of Duty, contudo, a campanha desse jogo não é uma continuação do arco "Black Ops", que se iniciou em Call of Duty: World at War (2008) e foi até Black Ops II. Uma versão limitada que apenas inclui os modos multiplayer foi produzida pelos estúdios Beenox e Mercenary Technology e lançada para PlayStation 3 e Xbox 360.
Em Abril de 2015, a Activision lançou a campanha #backinblack, revelando mais tarde em várias plataformas oficiais que um novo Black Ops estava em produção. Black Ops III foi então formalmente mostrado a 26 de abril. Call of Duty: Black Ops III é o segundo jogo da série depois de Call of Duty: Advanced Warfare que beneficiou de um ciclo de três anos de produção. Call of Duty: Black Ops III tem lugar num futuro distópico em 2065, 55 anos depois de Black Ops II, "atirando os jogadores para um futuro negro e distorcido em que uma nova raça de soldados Black Ops emerge".
Call of Duty: Black Ops III foi bem recebido pelos críticos da especialidade. No site de pontuações agregadas Metacritic, as versões Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One tiveram 78/100, 81/100 e 83/100, respectivamente, o que indica "análises geralmente favoráveis". Um sucesso comercial, arrecadou $550 milhões em apenas três dias, tornando-se no maior lançamento do ano na indústria do entretenimento.]
Call of Duty: Black Ops III é um jogo eletrônico de tiro produzido pela empresa Treyarch e lançado no dia 6 de novembro de 2015 pela Activision para Microsoft WindowsPlayStation 4 e Xbox One.Tem épicos mapas de zombies por exemplo: Gorod Krovi, Der einsdrache. É o décimo terceiro título Call of Duty, contudo, a campanha desse jogo não é uma continuação do arco "Black Ops", que se iniciou em Call of Duty: World at War (2008) e foi até Black Ops II. Uma versão limitada que apenas inclui os modos multiplayer foi produzida pelos estúdios Beenox e Mercenary Technology e lançada para PlayStation 3 e Xbox 360.
Em Abril de 2015, a Activision lançou a campanha #backinblack, revelando mais tarde em várias plataformas oficiais que um novo Black Ops estava em produção. Black Ops III foi então formalmente mostrado a 26 de abril. Call of Duty: Black Ops III é o segundo jogo da série depois de Call of Duty: Advanced Warfare que beneficiou de um ciclo de três anos de produção. Call of Duty: Black Ops III tem lugar num futuro distópico em 2065, 55 anos depois de Black Ops II, "atirando os jogadores para um futuro negro e distorcido em que uma nova raça de soldados Black Ops emerge".
Call of Duty: Black Ops III foi bem recebido pelos críticos da especialidade. No site de pontuações agregadas Metacritic, as versões Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One tiveram 78/100, 81/100 e 83/100, respectivamente, o que indica "análises geralmente favoráveis". Um sucesso comercial, arrecadou $550 milhões em apenas três dias, tornando-se no maior lançamento do ano na indústria do entretenimento.

História Ghosts

Call of Duty: Ghosts


Call of Duty: Ghosts é um jogo de tiro em primeira pessoa produzido pela Infinity Ward, com a assistência da Raven Software e da Neversoft, e publicado pela Activision. É o décimo jogo eletrônico da franquia Call of Duty.[1] Ghostsfoi lançado para as seguintes plataformas: PlayStation 3Xbox 360Wii U[2][4] e Microsoft Windows, em 5 de Novembro de 2013.[6] As versões para PlayStation 4 e Xbox One[5] também já foram lançadas.
Call of Duty: Ghosts decorre numa cronologia alternativa e segue os eventos de uma destruição nuclear do Oriente Médio. As nações produtoras de petróleo da América do Sul criam a Federação, como resposta à crise econômica global acabando por se tornar uma superpotencia, invadindo a América Central e o Caribe. Os principais protagonistas do jogo são os Ghosts(fantasmas, em português), uma força de operações especiais norte americanas, treinados para realizar missões clandestinas, fora da linha do inimigo. O principal antagonista é Gabriel Rorke, ex-Ghost, que se tornou traidor depois de ter sido capturado e que agora trabalha para a Federação.
Call of Duty: Ghosts recebeu no geral críticas positivas aquando do seu lançamento. O jogo foi descrito nas análises como um jogo competente, mas demasiadamente familiar com outros jogos da série e ligeiramente repetitivo em algumas fórmulas já conhecidas. Os sites de críticas agregadas Game Rankings e Metacritic deram à versão PlayStation 3 80.73% e 71/100, à versão PlayStation 4 79.14% e 78/100, à versão Xbox 360 77.35% e 74/100, e à versão Xbox One 77.25% e 78/100, respectivamente. Na altura do seu lançamento, Call of Duty: Ghoststornou-se no jogo mais vendido para PlayStation 3 e 4, Xbox 360 e One e PC.
Em Call of Duty: Ghosts, a história é contada através dos olhos da personagem do jogador, Logan Walker. Os jogadores controlam Logan durante a maior parte do jogo, mas também controlam outros personagens, incluindo um astronauta especialista de nome Baker, o pai de Logan, Elias Walker e até o cachorrão Riley um pastor alemão
Os principais protagonistas do jogo são os "Ghosts", uma força de operações especiais norte americanas, treinados para realizar missões clandestinas, fora da linha do inimigo. A unidade é liderada por Elias Walker (Stephen Lang), ex-Capitão do Exército Americano. Com ele estão os seus filhos Logan e Hesh, juntamente com Booth e Neptune, um pastor-alemão de nome Riley, e o Comandante Thomas A. Merrick dos Navy SEALs.[9]
Os principais antagonistas do jogo são Almagro e Rorke, líderes da Federação, uma aliança Sul Americana.
Em 2013, San Diego, na Califórnia é bombardeada "cinéticamente" por uma super arma norte americana de nome Orbital Defense Initiative (ODIN),[17] depois de um grupo de nome "Federation" a controlar, resultando naquilo por que ficou conhecido como "O Evento". Como resultado, a balança do poder mundial muda: muitos países são dizimados, ocorrem alterações geográficas, e os Estados Unidos deixam de ser uma super potência. As infraestruturas e a indústria norte americana são destruídas, existem enormes baixas humanas, e o país torna-se vulnerável a ameaças externas.[9]
Dez anos depois, em 2023, a "Federation" emerge como a superpotencia dominante e invade os Estados Unidos. Com as forças da Federação a ocupar largas zonas do território norte americano e o governo em risco de cair, alguns dos que restaram do exército americano mobilizam os Ghosts, para pararem os invasores e recuperar o que falta dos EUA. Parte da contra ofensiva, envolve penetrar na Loki, a estação espacial da Federação, e usá-la contra as forças desta em terra.

História Advanced Warfare

Call of Duty: Advanced Warfare


Call of Duty: Advanced Warfare é um jogo do género tiro em primeira pessoa (first-person shooter) produzido pela Sledgehammer Games e publicado pela Activision (Square Enix no Japão). É o décimo primeiro jogo principal da série Call of Duty e o primeiro a ser produzido principalmente pela Sledgehammer Games. Foi lançado para Microsoft WindowsPlayStation 4Xbox OneXbox 360 e PlayStation 3 no dia 4 de Novembro de 2014. Em adição, um dia antes do lançamento oficial foi editada a Call of Duty: Advanced Warfare - Day Zero Edition que continha XP duplo para o primeiro dia e duas armas exclusivas. As versões PlayStation 3 e Xbox 360 foram produzidas pelo High Moon Studios, assim como houve uma colaboração da Raven Software para a criação do multijogador. É o primeiro jogo da série que não foi lançado numa plataforma da Nintendo desde Call of Duty: Modern Warfare 2 (2009).
A história começa em 2054, ano em que a organização terrorista KVA fez vários ataques em simultâneo a reactores nucleares pelo mundo inteiro, fazendo com que os governos fiquem em tumulto e com as defesas incapacitadas. Como resultado, os Estados Unidos procuram a Corporação Atlas, a maior e mais poderosa companhia militar privada que tem como CEO e fundador Jonathan Irons (Kevin Spacey), para ajudar na luta assim como para a reconstrução da ordem global. O jogador controla Jack Mitchell (Troy Baker), um soldado da Atlas e um ex-Fuzileiro que perdeu o seu braço esquerdo numa batalha contra a Coreia do Norte em Seul. Mitchell com o apoio de outros soldados e de tecnologia de ponta, tem de lutar contra o KVA, enquanto descobre uma conspiração mundial que envolve a Atlas.
Call of Duty: Advanced Warfare teve um ciclo de produção de três anos ao invés dos habituais dois. De acordo com a Activision, este novo ciclo de produção fez com que a Sledgehammer Games conseguisse criar um mundo quase foto-realista, diferente de tudo o que a série já tinha apresentado até então. Foi usado um novo motor caseiro construído de raiz, isto apesar das novas animações, renderizações, os novos sistemas de física e o áudio trabalharem com os códigos antigos.
Call of Duty: Advanced Warfare foi bem recebido pelos críticos. Os sites de críticas agregadas GameRankings eMetacritic dão à versão PlayStation 4 83.26% e 83/100 e à versão Xbox One 82.88% e 81/100, respectivamente. A empresa NPD Group revelou que Call of Duty: Advanced Warfare foi o jogo mais vendido em 2014 nos Estados Unidos.
No modo história, o jogador controla Jack Mitchell (Troy Baker), um ex-Fuzileiro dos Estados Unidos que integrou a maior companhia militar privada do mundo, a Corporação Atlas, depois do seu melhor amigo, Will Irons (Paul Telfer), filho do CEO da Atlas, ser morto em combate numa batalha contra a Coreia do Norte e de Mitchell ter perdido um braço durante esse confronto. A trabalhar para o poderoso CEO da Atlas, Jonathan Irons (voz e aparência de Kevin Spacey), com o apoio de outros militares como Gideon (Gideon Emery), Ilona (Angela Gots) e Joker (juntamente com tecnologia de ponta incluindo uma prótese avançada de um braço, treino de elite e uma enorme variedade de habilidades de exoesqueleto), Mitchell tem de lutar contra um novo grupo terrorista, o KVA que é liderada pelotecnofóbico ‘Hades’ (Sharif Ibrahim), enquanto descobre uma conspiração mundial que envolve a Atlas.

História Infinite Warfare

Call of Duty: Guerra Infinita


Call of Duty: Infinite Warfare é um jogo eletrônico de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Infinity Ward e distribuído pela Activision. Será o décimo terceiro jogo da franquia Call of Duty e será lançado em 4 de novembro de 2016 para as plataformas Microsoft WindowsPlayStation 4 e Xbox One.[1] Este lançamento deverá manter o tom futurista adotado nos dois jogos anteriores da franquia.[
O game chega com três modos de jogo únicos: Campanha, Multiplayer e Zombies. E vale lembrar que o remake de Call of Duty: Modern Warfare estará disponível apenas por download para os compradores edições: Legacy Edition e Digital Deluxe Edition.
Call of Duty: Infinite Warfare vai trazer os combates tradicionais que estamos acostumados com a série, mas a campanha vai se estender pelo sistema solar, levando os jogadores em uma viagem da Terra para além da atmosfera. "É uma guerra em larga escala com personagens inesquecíveis, ricos arcos emocionais, uma nova ambientação para a ação de Call of Duty", diz o comunicado à imprensa.
A nova edição marca, segundo o estúdio Infinity Ward, o retorno para a clássica guerra em larga escala. "A história se passa em um futuro plausível, com os jogadores no papel do Capitão Reyes, um piloto de Operações Especiais Nível 1, que assume o comando da Retribution, uma das últimas naves de guerra remanescentes da Terra. Em um momento de adversidade impensável, Reyes deve conduzir os remanescentes das forças de coalizão contra um inimigo implacável", afirma o estúdio.

Call of Duty: Finest Hour

Call of Duty: Finest Hour é um jogo de tiro em primeira pessoa, que tem como foco as diversas batalhas da segunda guerra mundial. Estreou em 16 de novembro de 2004[1] para as plataformas Playstation 2XBOX e Gamecube. Foi publicado pela Activision e desenvolvido pela Spark Unlimited.
É baseado no Call of Duty original para PC porém tem um enredo completamente diferente.Contém enredos baseados em histórias reais da Segunda Guerra Mundial na campanha dos Aliados (Estados Unidos, Reino Unido e os Soviéticos). Finest Hour foi lançado em 16 de novembro de 2004 na América do Norte. Teve um sucessor: Call of Duty 
Call of Duty Finest Hour é um FPS diferente de qualquer outro título ambientado na Segunda Guerra lançado para o PS2 até aquela época. Diferente dos jogos da série Medal of Honor, em que o jogador participava de missões solitárias longe dos grandes campos de batalhas, como infiltração, sabotagem, resgate e um único soldado enfrentando exércitos de nazistas, em Call of Duty Finest Hour tudo é diferente. A maioria das missões se passa em campos de batalha e locais arrazados pela guerra, com o jogador lutando lado-a-lado com seus companheiros, além de possuir um ritmo de ação frenético, com explosões, veículos bélicos, aviões cruzando o céu e diversos soldados povoando a tela do game. Algumas missões se passam em locais mais fechados, mas mesmo assim a ação não para, com tiroteios intensos que não dão sossego ao jogador. Um bom exemplo está na fase em que se controla uma franco atiradora que tem de dar conta de uma grande quantidade de soldados nazistas que a todo custo tentam destruir o hangar onde ela e seus companheiros estão alojados tentando concertar um tanque de guerra para sairem do local. Trata-se de uma das fases de Sniper mais tensas dos FPSs. Seja aonde for, em campos de batalha ou locais mais fechados, o ritmo de ação de Call of Duty Finest Hour sempre se mostra tenso e constante.

Call of Duty 2: Big Red One


Call of Duty 2: Big Red One é um jogo de tiro que faz parte da franquia Call of Duty, baseado na Segunda Guerra Mundial. Foi publicado no dia 01 de Novembro de 2005 para o Playstation 2, Xbox e GameCube pela Activision, e desenvolvido pela Treyarch.
O jogo apresenta os confrontos dos soldados aliados contra os nazistas na Segunda Guerra Mundial. O jogador controla o soldado Roland Roger, da 1ª. divisão de infantaria dos Estados Unidos, trazendo uma variedade de fases que vão de ataques terrestres (soldados ou tanques) até marítimos e aéreos.
Ao longo do jogo pode-se apanhar várias armas e também utilizar armas potentes fixas em um ponto, por exemplo, um jipe, um barco ou atrás de uma barricada.
Call of Duty 2 Big Red One é uma experiência bem mais agradável que Finest Hour. A começar pela jogabilidade, que apesar de não apresentar muitas diferenças não está tão lenta como no jogo anterior. Decidiram focar-se mais nas missões de infantaria, e não a conduzir tanques durante uma grande parte do jogo, assim como escoltar demasiados bots estúpidos. Os gráficos estão superiores, existem armas novas que pode ser utilizadas, tais como francesas e italianas, etc. É um óptimo FPS com a temática da 2ª Guerra Mundial, para uma PS2. Futuramente (embora não seja o próximo post) irei trazer cá o Call of Duty 3 também para PS2, que do pouco que joguei pareceu-me amadurecer bem as ideias dos anteriores, sendo provavelmente o melhor jogo da série na PS2. Veremos.

Call of Duty: Roads to Victory

Call of Duty: Roads to Victory é um jogo de tiro em primeira pessoa baseado na Segunda Guerra Mundial lançado exclusivamente para o portátil da Sony. O modo campanha do game permite que o jogador veja a história da guerra sob três perspectivas diferentes: americanacanadense e inglesa, somando ao todo 14 missões.
O grande desafio dos desenvolvedores de jogos de tiro em primeira pessoa para o PSP é configurar os controles de forma adequada. Call of Duty: Roads to Victory pode ser considerado um caso bem sucedido; embora seja um pouco impreciso e falho, o esquema de controles é muito bom tendo em vista as limitações do portátil  enquanto o analógico movimenta o soldado, os botões controlam a mira.

Call of Duty: World at War – Final Fronts

Call of Duty: World at War (Final Fronts) é a versão para PlayStation 2 de Call of Duty: World at War. Ela tem seu próprio conjunto de missões que envolve os EUA em combate no teatro do Pacífico e da Batalha do Bulge na Europa, assim como os britânicos avançavam sobre o rio Reno na Alemanha. Esta versão traz 13 missões e nenhum modo multiplayer online. Ele foi desenvolvido pela Rebellion Studios e publicado pela Activision. Ao contrário de outros jogos de guerra, Call of Duty: World at War (Final Fronts) recebeu classificação T da ESRB. Foi o último Call of Duty para
O jogo tem quatro campanhas: War in the Pacific, Winter Offensive, Victory in Europe e Victory in the Pacific. O jogador assume o papel de um fuzileiro naval no Pacífico e as campanhas de ambos os soldados britânicos e americanos na campanha europeia. Ao contrário das outras versões de "World at War", Final Fronts tem um nível de treinamento.

Call of Duty: Modern Warfare: Mobilized

Call of Duty: Modern Warfare: Mobilized é um first-person shooter, na série Call of Duty, desenvolvido pela n-Space para a consola portátil Nintendo DS. O jogo tem lugar no mesmo ambiente de Modern Warfare 2 e apresenta muitos elementos de jogabilidade típicos da série, incluindo o uso de mira, e as missões de veículos.

Call of Duty: Black Ops DS

Call of Duty: Black Ops é um jogo para Nintendo DS que serve como acompanhante de Black Ops. Desenvolvido pela n-Space.

Call of Duty: Zombies 1 & 2

Call of Duty: Zombies é um first-person shooter desenvolvido pela Ideaworks Game Studio e publicado pela Activision para iPhone OS. É um spin-off da sérieCall of Duty e baseado no modo "Nazi Zombies" de Call of Duty: World at War.


Call of Duty: The War Collection

Call of Duty: The War Collection é uma compilação de Call of Duty 2Call of Duty 3 e Call of Duty: World at War. Foi lançada para Xbox 360.[39]

Call of Duty: Black Ops: Declassified


Call of Duty: Black Ops Declassified é um videojogo da série Call of Duty, exclusivo para a consola portátilPlayStation Vita desenvolvido pela nStigate Games (antiga Nihilistic Software). A Sony anunciou o título durante a sua conferencia de imprensa na Electronic Entertainment Expo em junho de 2012. Também é dito que o jogo tem "conectividade online perfeita".[3] Black Ops: Declassified foi lançado no mesmo dia que Black Ops II, a 13 de novembro de 2012.[1] Também está disponível com um pacote que inclui uma consola PS Vita e uma sacola.[4][5]
A história irá passar-se entre o período de tempo entre os dois outros títulos Black Ops.[2]Dan Ryckert da Game Informer deu a pontuação 3/10, chamando-o "um embaraço completo" para a série Call of Duty e que tem como único conceito "a tentativa de vender um jogo baseado apenas no nome", fazendo notar a fraca IA inimiga, ligação de rede pouco fiável e uma campanha muito curta.[6]
IGN deu 4/10 e conclui a análise dizendo que Black Ops: Declassified"tem um acidente em cada curva; mau multijogador, má campanha e maus controlos. Não o compres."[13]
Jeff Gerstmann da Giant Bomb deu a pontuação 1/5 chamando-o "uma grande trapalhada", dizendo que os controlos tácteis são deficientes, os erros fazem com que os inimigos fiquem presos na geometria dos níveis e refere-se aos mapas do multijogadordizendo que "são tão pequenos que quando és recolocado ficas literalmente com um inimigo na tua mira...ou vice-versa" e conclui dizendo que Black Ops: Declassified "seria uma compra questionável a preços de transferência tradicionais. Mas a $50? Nem pensar!!"[7]
GamesRadar deu a pontuação 1.5/5 e diz que Declassified "devia ter-se mantido em segredo", criticando muito a IA, a má ligação de rede e a campanha "incrivelmente curta."[8]
Playstation Official Magazine deu a pontuação de 4/10 e diz que Declassified "Foi feito de uma forma cínica por forma a agarrar o dinheiro do Natal e coincidir com o primeiro período festivo da Vita, este CoD não deve ser apenas desclassificado, deve ser apagado da existência."[10]
Marty Sliva da 1UP deu a pontuação mais baixa (D-) chamando "atrocidades digitais" a Black Ops Declassified e refere que "este descalabro da Vita retira tudo o que existe de excitante e interessante sobre a série."[11]
Jim Sterling da Destructoid deu 1.5/10 e fez uma critica muito forte ao dizer que Declassified é simplesmente "repugnante". E conclui dizendo que "para um videojogo de $50 que tem o nome da maior série desta geração, este monte de lixo enoja-me. É um uso imperdoável da marca e uma falta de respeito total para com os fãs que vão ser enganados ao comprá-lo. Sem conteúdo, com design amador e cheio de erros de principiante, Black Ops: Declassified é um insulto a todos e a tudo o que existe na industria dos videojogos. Deveria ter ficado classificado. Foda-se para este jogo!"[14]
Heath Hindman da PlayStation LifeStyle deu 1/10 e conclui a sua análise a dirigir-se aos jogadores: "eles [editores] lançaram o jogo neste péssimo estado. Não há desculpa para isso. Esta gente que toma estas decisões acreditam que tu vais comprar um produto incompleto. Eles acreditam que o irás fazer, e a tua imagem deles não ficará muito manchada, porque no futuro não irás ter tanta hesitação em aproximar-te dos produtos que eles irão lançar [...] Eles acreditam, em tantas palavras, que tu não pensas. E isso é muito mau. Pensar que se é mais esperto ou melhor que o cliente é mau negócio, e também o é lançar um jogo nestas condições."[12]

Call of Duty: Strike Team

Call of Duty: Strike Team é um jogo eletrônico de tiro em primeira pessoa e tiro em terceira pessoa desenvolvido por Ideaworks Game Studio e publicado pelaActivision para iOS e Android. É um jogo derivado da série Call of Duty, baseado no modo "Equipe - Strike Team" do Call of Duty: Strike Team.
Call of Duty ®: Strike Team oferece um todo-novo, em primeira pessoa e terceira pessoa de Call of Duty ® experiência construída a partir do zero para dispositivos móveis e tablets. Personalize inteiramente loadouts e habilidades do seu esquadrão antes de levá-los em combate em diversos ambientes de jogo. Call of Duty ®: Strike Team possui a capacidade revolucionária para mudar dinamicamente de run-e-gun em primeira pessoa vista para reconhecimento e ataques coordenados em esquadrões da visão em terceira pessoa.
O ano é 2020. As tensões estão em alta entre as superpotências mundiais. Em um ataque surpresa, os EUA encontra-se em uma guerra com um inimigo desconhecido. Sua missão é liderar uma equipe de operações especiais comum em um esforço global para caçar os responsáveis.
Jogue o seu caminho. Alternar entre primeira pessoa e terceira pessoa ação em quase todo o tempo. Estrategicamente personalizar os membros de seu esquadrão com armas, regalias ou armaduras. MODO DE CAMPANHA: Experimente uma campanha single-player envolvente cheio de épicos, momentos cinematográficos em diversas localidades ao redor do mundo. SOBREVIVÊNCIA MODE: Coloque as suas habilidades à prova como você lutar contra ondas de inimigos cada vez mais difíceis. Competir contra a família, amigos eo Call of Duty ®: Strike Team comunidade para dominar o ranking.

Call of Duty: Heroes

Call of Duty: Heroes é um jogo de estratégia free-to-play em 3DHeroes apresenta os personagens das séries Modern Warfare e Black Ops, incluindo Captain Price, Soap MacTavish e Mike Harper, entre outros. O jogador tem de melhorar as suas bases e lutar contra outras pessoas em batalhas online. Foi produzido pelo estúdio chinês Faceroll e lançado em 2014 para iOS e Android.

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